coisa bizarra... a gente ficar sabendo tanto de alguém que nunca vimos nem ouvimos falar...
Ana Cavalera tem essa foto em seu perfil do orkut:

e isso é o que ela diz de si mesma: about me: Ana: tenho 16 anos e ainda estou no colegial. quero ser atriz, mas pra isso tenho que lutar muito ainda. sou pró-ana, mas tb tenho bulimia ás vezes...(odeio isso). amo os estados unidos e faço qq coisa pra ir pra lá, mas ainda naum consegui.
ps.: só queria alguem q me entendesse...
i´m 16 years old, still in highschool, i wanna be an actress, i have anorexia and bulimia (and i hate it). i love USA, and i love english, and i´d do anything to live there, i know someday i WILL! i just wish i had someone who understood me, and maybe share our dreams..:))))
here for: friends, dating men & women sexual orientation: bisexual fashion: alternative living: alone contact email: ana_cavalera@hotmail.com country: United States
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=2663847469488042688
Escrito por
Maíra
às
00h04
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se eu soubesse desenhar...
Iugi é um menino especial. Nasceu com 6 meses e 20 dias de gestação e carrega no pescoço e braços finos as marcas dos dias de internação. Vestindo a camiseta 6 do Palmeiras, Iugi estava no ônibus acompanhado do avô, a caminho do jogo de futebol. "Ele foi concebido no Japão, mas nasceu aqui", contou-me Emerson, seu avô. "O pai dele ficou por lá. Eu e minha mulher cuidamos dos dois. Ele chama a mãe de Juliana e nos chama de pai e mãe". Iugi tem 5 anos e parece pequeno para sua idade. Segundo o avô, ele tem o pensamento um pouco lento. Seu lado esquerdo é normal, mas o direito é um pouco atrasado. "Mas ele é bem esperto, entende tudo. Só está assim agora porque acabou de acordar", explicou Emerson, referindo-se ao estado de sono do neto. Iugi não parecia estar tão aéreo assim, ficou todo encabulado quando pedi para ser sua namorada. Quando passamos em frente ao Estádio, debruçou-se na janela e grudou os olhos nas bandeiras e camisas verdes espalhadas pelo muro. "Não vai parar?", indagou aflito. Descendo do ônibus, do colo do avô lançou-me um beijo estalado e me acenou um adeus. Se eu soubesse desenhar, não lamentaria estar sem minha câmera.

Escrito por
Maíra
às
14h23
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